Fonte: Google
Alunas: Caroline Medina, Mariana, Elisa, Nathalia
2002:
Setembro: O Instituto Internacional de Estudos Estratégicos diz em relatório que o Iraque poderia construir uma bomba nuclear em meses se conseguisse obter material fóssil.
Bush exige da ONU ação para desarmar o Iraque e diz que um ataque seria inevitável se Bagdá não cumprisse as resoluções da ONU.
Vice-premiê iraquiano, Tareq Aziz, diz que os inspetores só voltariam ao seu país dentro de um acordo que incluísse o fim das sanções e garantisse que os norte-americanos não atacariam o Iraque.
O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, diz ter recebido carta do governo do Iraque autorizando o retorno dos inspetores de armas.
Outubro: O Iraque aceita que inspetores da ONU visitem dezenas de instalações militares do país, mas a proposta é rejeitada pelos Estados Unidos e pela Grã-Bretanha. Os dois países condicionam a retomada das inspeções à aprovação de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU que obrigue o Iraque a entregar uma lista com todos seus supostos armamentos nucleares, químicos e biológicos. O governo americano e o britânico também exigem que as Nações Unidas autorizem o uso da força contra o Iraque caso suas exigências não sejam cumpridas
Novembro: Conselho de Segurança da ONU aprova por unanimidade a resolução que exige que o Iraque se desfaça de qualquer arma de destruição em massa que o país possua.
Dezembro: O Iraque entrega aos inspectores, um dia antes do prazo limite, o relatório sobre o seu arsenal, com 11.807 páginas. - George W. Bush pede ao Pentágono para atribuir a grupos de opositores iraquianos 92 milhões de dólares em treino e equipamento militar.
2003:
Janeiro: Numa carta a Kofi Annan, Naji Sabri (ministro dos Negócios Estrangeiros iraquiano) pede «ao Governo norte-americano para entregar imediatamente, através do secretário-geral da ONU, todas as provas que diz possuir à UNMOVIC (Comissão de Controlo, Verificação e Inspecções da ONU) e à AIEA (Agência Internacional de Energia Atómica)». «Se as Nações Unidas decidissem adoptar uma segunda resolução, isso seria bem vindo, se for um novo sinal de que temos a intenção de desarmar Saddam Hussein», declarou Bush, no final de um encontro com o primeiro-ministro britânico, Tony Blair.
Fevereiro: Milhões (mais de 110 milhoes) de pessoas sairam na rua fazendo manifestações contra ação anti-democratica dos governos que sustentam a agressão ao Iraque.As maiores manifestações foram na Espanha, Italia, Inglaterra e Estados Unidos
Março: Começa o primeiro bombardeio sobre Bagdá com mísseis Tomahawk voltados para objetivos selecionados para tentar matar Saddam Hussein. O avanço militar chega às portas da meridional Basra, a segunda cidade mais importante do Iraque, enquanto as cidades nortistas de Mossul e Kirkuk sofrem ataques aéreos. Prosseguem os bombardeios sobre Bagdá, enquanto a resistência iraquiana impede o controle das principais cidades do sul. Duros combates em Nassiriya, onde os marines admitem que houve nove baixas e 12 desaparecidos. Saddam anuncia em televisão que a "vitória está perto", apesar do avanço das tropas anglo-americanas que se encontram a cerca de 90 quilômetros de Bagdá. Uma grande tempestade de areia paralisa a ofensiva americana. Bagdá suporta o bombardeio mais intenso desde o começo da guerra. Intensifica-se o castigo aéreo sobre Bagdá, onde são atacadas supostas posições da Guarda Republicana
Abril: Saddam Hussein faz um chamado à "jihad" islâmica. As tropas americanas avançam em duas frentes até chegar a 30 quilômetros ao sul de Bagdá e conquistam uma ponte importante sobre o rio Tigre. Confusão sobre o alcance da ofensiva contra o aeroporto de Bagdá, cidade que fica sem energia. Milicianos curdos e pára-quedistas avançam para Mossul. Aparentemente Saddam passeia pelas ruas de Bagdá rodeado de centenas de pessoas. Fortes combates às portas de Bagdá, enquanto os EUA asseguram que tem o controle do aeroporto. Soldados britânicos descobrem em uma base militar de Al Zubayr, cerca de Basra, centenas de restos humanos em bolsas plásticas e caixões, presumivelmente de soldados iranianos. O regime iraquiano impõe o toque de recolher em Bagdá. Aterrissa o primeiro avião militar americano no aeroporto da capital. Deserção de elementos da Guarda Republicana ante as tropas americanas que penetram em Bagdá durante algumas horas. Estados Unidos bombardeiam de madrugada o bairro Al Mansur, em Bagdá, onde havia a suspeita de que Saddam se reunia com seu estado maior. Disparo de tanque atinge o Hotel Palestina, onde se aloja a imprensa internacional. Os tanques e blindados de transporte americanos cruzam o Tigre e chegam ao coração de Bagdá. Um reboque americano derruba uma estátua de Hussein na praça Farduss em uma cena transmitida pelas televisões mundiais ao vivo. O embaixador do Iraque na ONU, Mohammed Al-Douri, reconhece implicitamente a derrota de seu país pelas forças da coalizão, ao afirmar que "o jogo terminou". Bush e Blair se dirigem ao povo iraquiano. As milícias curdas ocupam sem resistência a cidade de Kirkuk. Curdos e americanos tomam a cidade de Mossul (norte do Iraque). O general Amer Al Saadi, considerado o principal assessor de Saddam Hussein em armamento de destruição em massa, se entrega às tropas americanas. As milícias curdas capturam Watban Ibrahim, meio-irmão de Saddam Hussein e ex-ministro do Interior do regime derrocado, quando ele tentava atravessar a fronteira entre o Iraque e a Síria. O presidente Bush lança uma nova advertência à Síria para que não receba dirigentes do derrocado regime de Saddam Hussein e coopere com Washington. A entrada dos marines em Tikrit sentencia o final da operação bélica. As forças aliadas detêm em Bagdá Barzan Ibrahim Al-Tikriti, o segundo meio-irmão de Saddam Hussein capturado em menos de uma semana. Achadas em Kirkuk numerosas fossas comuns com mais de dois mil cadáveres de civis, aparentemente curdos assassinados. O presidente Bush afirma em um discurso da Casa Branca que "o regime de Saddam Hussein já não existe". O genro de Saddam Hussein, Yamal Mustafa Sultan, se entrega ao CNI. O general reformado americano Jay Garner chega por avião a Bagdá e toma praça no Iraque. Comemoração xiita em Karbala, sem a opressão da ditadura exercida por Saddam Hussein durante três décadas. O Comando Central das Forças Armadas dos EUA confirma a detenção do vice-primeiro-ministro iraquiano, Tariq Aziz, que, segundo fontes oficiais, se entregou às tropas.
Maio: Em um discurso pronunciado no porta-aviões Abraham Lincoln, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, anuncia o final das operações militares de envergadura no Iraque, mas não o fim da guerra porque, segundo disse, "ainda há muito trabalho difícil para se fazer" nesse país.
Junho: EUA lançam a operação Escorpião do Deserto , destinada a combater a guerrilha iraquiana
quarta-feira, 7 de março de 2007
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