
A História da Internet
Da forma como se fala de Internet, parece que é algo totalmente novo, mas a verdade é que a rede existe há mais de 30 anos. O que começou como um projeto de estratégia militar norte-americano acabou se transformando no atual meio de comunicação, que possibilita a troca de informações entre milhões de pessoas em todo o mundo.
No auge da Guerra Fria, O departamento de defesa dos EUA procuravam criar uma rede de computadores que não podudesse ser destruida por bombardeios e fosse capaz de ligar pontos estratégicos. Surgiu então uma rede sem comando central, onde todos os pontos teriam o mesmo status, e os dados caminhariam em qualquer sentido. Esse projeto ficou conhecido como ARPAnet, e em 1970 essa rede interligava quatro universidades norte-americanas. Quatro anos depois, quarenta instituições acadêmicas já faziam parte da rede, com seus computadores trocando menssagens e arquivos.
O nome Internet passou a ser usado em 1982, e pouco depois, em 1991, foi criado o sistema que possibilitou o futuro sucesso da Internet, o sistema de Hipertexto. Hipertexto é um sistema para a visualização de informação cujos documentos contêm referências internas para outros documentos, chamadas de links. Atualmente este sistema é mais conhecido como World Wide Web, o famoso WWW.
ação de "Memory Extension", um engenho que seria capaz de apresentar dados em uma tela, conforme estes fossem sendo solicitados pelo usuário. A idéia de Bush surgiu pela necessidade de assimilar e compartilhar um volume crescente de informações com outros pesquisadores de forma rápida e eficiente. Nesse ensaio, Bush descreveu, nos termos mecanicistas da tecnologia da década de 40, o que viria a ser o computador conectado à Internet, e chegou a predizer um equivalente ao WWW usado atualmente.
O Movimento Zapatista inspirou-se na luta de Emiliano Zapata contra o regime autocrático de Porfirio Díaz que encadeou a Revolução Mexicana em 1910. Os zapatistas tiveram mais visibilidade para o grande público a partir de 1 de janeiro de 1994 quando se mostraram para além das montanhas de Chiapas com capuzes pretos e armas nas mãos dizendo Ya Basta! (Já Basta!) contra o NAFTA (acordo de livre comércio entre México, Estados Unidos e Canadá) que foi criado na mesma data.
para organizar eventos em lugares públicos mostra que o ciberativista ainda depende muito do real, mas a rede tem aberto novas possibilidades para expressar insatisfações, como passeatas e atos de vandalismo virtuais. No lugar de muros e paredes, as pichações acontecem nos sites.
É duro de acreditar que uma pessoa sentada na frente de seu computador e mandando e-mails, consiguirá alguma coisa. Os endereços enletrônicos que começaram a funcionar como diretórios sobre Chiapas, passsaram a circular comentários, análises sobre o conflito, especulações sobre a origem do EZNL, e até sobre a indentidade de Marcos.
A contraculura e a Internet
Nas décadas anteriores à nossa, diversos movimentos jovens – os Hippies, o Punk, os Beatniks – ilustraram a chamada contracultura. É comum a todo jovem ser questionador, ir contra as regras da sociedade, discordar da opinião geral; isso explica o por quê de a contracultura ser sempre associada aos jovens. São eles que agem sempre em sentido contrário ao da massa, os que querem sempre revolucionar.
Hoje, claro, muitos dos grupos antigos desapareceram, mas a contracultura continua a existir, ajudada pelo fenômeno da I
nternet. Na sociedade moderna, os jovens criaram ideologias novas. Assim como o mundo evoluiu, a contracultura acabou evoluindo junto. Enquanto nos anos
Links Relacionados :
http://www.saladeprensa.org/art175.htm
http://tsf.sapo.pt/online/radio/interior.asp?id_artigo=TSF126281
http://cartamaior.uol.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=12748
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-40142005000300012&script=sci_arttext&tlng=en



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